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CDU Valongo

Página informativa sobre a atividade da CDU no concelho de Valongo.

Deputado do PCP na Assembleia da República, Jorge Machado, em visita ao concelho de Valongo [CORRECÇÃO]

28.07.10

O Deputado do PCP na Assembleia da República eleito pelo círculo do Porto, Jorge Machado, estará na próxima 6ª Feira, dia 30 de Julho de 2010, no concelho de Valongo.


Em particular, o Deputado participará numa acção de contacto com a população no centro da cidade de Ermesinde, junto à Estação de Caminhos de Ferro, a partir das 17h30. O objectivo da acção será o de contactar com a população local e de apresentar as propostas do PCP quanto à alteração de rumo de desenvolvimento do país e contra o aumento do custo de vida.


O Deputado do PCP, Jorge Machado, fará uma declaração pública junto à Estação de Caminhos de Ferro de Ermesinde pelas 18h15.

 

PARTICIPA!

Assembleia Metropolitana do Porto aprova moção de CDU contra introdução de portagens no Norte

28.07.10

Depois de, no concelho de Valongo, também por iniciativa da CDU, a Assembleia Municipal ter aprovado uma moção rejeitando a introdução de portagens nas SCUT do Norte, foi a vez de uma moção com idêntico conteúdo ter sido aprovada na Assembleia Metropolitana do Porto.

 

Vamos ver se PS e PSD agem agora em conformidade com esta aprovação ou se as moções servem apenas para tapar o sol com a peneira e sugerirem uma oposição às portagens que, tal como a nível nacional, realmente não existe da parte das organizações regionais destas forças políticas...

 

Veja-se a notícia completa aqui.

Passeios históricos pelo concelho de Valongo

26.07.10

A Câmara Municipal de Valongo está a organizar um conjunto de passeios por áreas de interesse histórico das cinco freguesias do concelho. Depois de Valongo e Campo, será a vez de Alfena, no próximo dia 1 de Agosto, da parte da manhã.

 

A divulgação da iniciativa não tem sido a melhor, mas o site da Câmara fornece as informações indispensáveis em: http://www.cm-valongo.pt/venha-conhecer-o-patrimonio-do-nosso-concelho/.

 

As inscrições para esta iniciativa que certamente poderá ajudar os Valonguenses a conhecerem melhor o seu concelho são em número limitado.

Horário do comércio ao Domingo - Governo cede à grande distribuição

24.07.10

O PCP manifesta a sua oposição à decisão do Conselho de Ministros de liberalização do horário do comércio, acabando com as restrições para as superfícies com mais de 2000 m2 nas tardes de Domingos e feriados e apela à indignação e ao protesto dos comerciantes e trabalhadores do sector, anunciando que, entre outras medidas, confrontará o Governo na AR.
A decisão do Conselho de Ministros de ontem, de liberalização total do comércio – recuperando uma velha proposta do PSD - acabando com as já poucas restrições que a Lei previa para as superfícies com mais de 2000 m2 nas tardes de Domingos e feriados, constitui mais um rude golpe na situação de profunda crise em que se encontra o comércio tradicional e será um novo factor que contribuirá para a ruína de muitos micro, pequenos e médios comerciantes. Uma decisão do Governo que, tendo sido tomada nas vésperas do encerramento da Assembleia da República depois do adiamento de uma decisão sobre esta matéria invocando a necessidade de novos estudos e avaliações, revela um inaceitável golpismo governamental.
Na Europa, incluindo Espanha, a regra é a do encerramento obrigatório ao domingo e a excepção a liberalização. O Governo invoca “as necessidades das famílias” e a “normalização da concorrência” para tomar esta decisão. Mais uma vez, os interesses dos consumidores têm as costas largas. Se fosse como diz o Governo, então todos os serviços públicos deveriam estar abertos ao Domingo, em vez do progressivo encerramento a que esta mesma política os tem vindo a condenar.Mais uma vez, o Governo vem invocar a fraude da criação de 2000 postos de trabalho, reproduzindo a chantagem do grupo Sonae/Continente e escondendo deliberadamente qual o impacto efectivo na destruição de emprego que tal medida terá no seu conjunto. Um argumento cuja falsidade pode ser comprovada pela ausência de qualquer divulgação de resultados quanto ao impacto no emprego criado/destruído pelo conjunto de licenciamentos feitos para a abertura de grandes superfícies nos últimos anos.
Na verdade, esta é uma decisão feita à medida dos grupos económicos que, não satisfeitos com a escandalosa acumulação de lucros dos últimos anos, procuram impor o esmagamento do comércio tradicional liberalizando horários e abrindo sem restrições novas unidades de grande distribuição.Um sector que só na última década viu abrir mais de 4 milhões de metros quadrados de área bruta comercial, no quadro de um poderoso movimento de concentração, e onde o Grupo SONAE e o Grupo Jerónimo Martins dominam mais de 50% do mercado, num quadro avassalador em que 4 grupos económicos dominam mais de 80% do comércio retalhista nacional.
Uma medida que permitirá o funcionamento das grandes superfícies entre as 6 e as 24 horas e que, num quadro de generalizada precariedade e de baixos salários de dezenas de milhares de trabalhadores do sector, constituirá mais um passo na progressiva eliminação do direito ao descanso, um novo factor de desregulamentação da vida e de agravamento da exploração.
Neste sentido, o PCP não só manifesta a sua frontal oposição a esta medida – ainda para mais revestida da mais absoluta hipocrisia ao transferir para as autarquias locais a possibilidade de serem estas a impor restrições aos horários – , como reafirma que, perante o quadro económico e social que atinge o comércio tradicional, aquilo que se impunha seria o impedimento da abertura do comércio durante os dias de descanso: Domingos e feriados.
O PCP, ao mesmo tempo que apela à indignação e ao protesto dos comerciantes e trabalhadores do sector, não deixará de tomar todas as medidas que estiverem ao seu alcance, designadamente na Assembleia da República, para confrontar o Governo e impedir a concretização destas mediadas.

Apresentação da 34ª edição da Festa do «Avante!»

20.07.10

Damos hoje a conhecer alguns dos elementos centrais do programa da Festa do Avante! de 2010 que terá lugar nos dias 3, 4 e 5 de Setembro na Quinta da Atalaia, Amora, Seixal e a que a edição do jornal Avante! desta semana dará maior desenvolvimento.

A Festa do Avante, sendo uma Festa aberta a todos, é uma expressão maior da capacidade de realização do PCP e indissociável do ideal comunista de que é portador. Assente no trabalho voluntário e na militância de milhares de homens, mulheres e jovens que de forma generosa asseguram as mil e uma tarefas indispensáveis para o seu êxito a Festa do Avante! é um exemplo concreto do empenhamento que milhares de militantes comunistas colocam na vida do seu partido e nas muitas lutas que travam por uma vida melhor para os trabalhadores e o Povo português.

A 34ª edição da Festa do Avante! realiza-se precisamente num momento em que, dando continuidade a 34 anos de politica de direita e a pretexto da crise e do défice, se agravam as injustiças, se aprofundam desigualdades sociais e acentua a dependência do país. Um momento no qual, simulando aparentes divergências, PS, PSD e CDS, ao serviço dos grupos económicos, preparam um novo salto qualitativo na ofensiva contra os trabalhadores e o Povo português.

É a própria situação do país que torna esta Festa ainda mais importante. Uma Festa que sendo espaço de alegria, fraternidade e de convívio é também momento alto de resistência e de luta. Luta contra as medidas concretas que atingem a juventude, os trabalhadores e o povo. Luta contra o PEC, contra o roubo nos salários e o corte nos apoios sociais. Luta pela afirmação da necessidade de um novo rumo para Portugal, de uma ruptura com esta política de desastre nacional, por uma mudança que concretize uma política patriótica e de esquerda

Espaço de afirmação da iniciativa, intervenção e propostas do PCP, a Festa do Avante! constitui ela própria uma expressão de confiança de que é possível uma vida melhor no nosso país.

Como elementos centrais, dando corpo a uma vasta intervenção política na Festa do Avante!, o Pavilhão Central acolherá duas importantes exposições:

- Uma relativa ao 1º Maio, no ano em que se assinalam os seus 120 anos, valorizando a luta da classe operária e dos trabalhadores e o seu papel enquanto motor de profundas transformações sociais e politicas, constituindo uma oportunidade para conhecer as razões desta data histórica, o papel do 1º de Maio na luta dos trabalhadores em Portugal e no mundo, mas sobretudo destacando a sua importância na actualidade e projecção para o futuro.

- Portugal a produzir - Emprego, Justiça Social, Soberania será o lema de outra Exposição em que se procura dar ainda maior nitidez à necessidade de valorização da produção nacional como resposta aos problemas do presente, aproveitando as potencialidades existentes, sublinhando que sem produção não há progresso, desenvolvimento e soberania.

Também no Pavilhão Central será possível assistir e participar em alguns dos mais de trinta debates que terão lugar na Festa do Avante! sobre questões que marcam a actualidade no país e no Mundo e onde se destacam temas como a “Crise do Capitalismo e a alternativa”, “A obra de Álvaro Cunhal O Partido com Paredes de Vidro”, “A ofensiva do Governo e as propostas do PCP”, “A cimeira da Nato e a luta pela Paz”, “A imprensa partidária, os 35 anos das Nacionalizações e da Reforma Agrária e as actuais privatizações”.

Intervenção e debate político, músicas e concertos de todos os géneros, dezenas de manifestações artísticas e culturais, a ciência, as tecnologias, o ambiente, um diversificado roteiro gastronómico, uma Festa que se afirma pela sua diversidade.

Uma Festa aberta e atenta ao mundo com a presença no Espaço Internacional de dezenas de stands de partidos comunistas e progressistas que mais uma vez estarão presentes e onde será possível contactar de perto com as lutas que os trabalhadores e os Povos travam em cada um dos seus países. Um espaço onde o destaque irá para o papel do PCP na luta pela paz, contra o militarismo e a NATO, neste ano em que Portugal acolherá a cimeira desta organização em Novembro.

No espaço do livro destaque para os novos lançamentos: uma nova edição da antologia “O PCP e a luta Sindical” e o livro de Américo Nunes “Sindicalismo na revolução de Abril. Memórias”, assinalando os 120 anos do 1º Maio nos 40 anos da CGTP. A reedição da obra de Ferreira de Castro “A curva na estrada”, e José Barata Moura dar-nos-á a conhecer a sua mais recente obra intitulada “Sobre Lenine e a Filosofia”.

No Avanteatro, o teatro nas suas várias expressões e a dança estarão em destaque num programa onde se destacam as peças “Tuning” pela Companhia de Teatro de Almada e “Saguão” pelo Teatro dos Aloés e “VOID” de Clara Andermatt.

As artes plásticas voltam a ter lugar de destaque desta vez com um espaço dedicado ao desenho com base numa selecção da colecção da Galeria de Desenho do Museu Municipal de Estremoz - Prof. Joaquim Vermelho.

O cinema português marca presença com a exibição de algumas das mais recentes obras do cinema documental e de animação produzidas no nosso pais - “Paredes Meias”, “48”, “Ruínas” e “Pare, Escute e Olhe” – são alguns dos filmes que foram premiados no último ano e que poderão ser vistos.

No Espaço da Ciência o tema é a Biodiversidade destacando a importância da preservação das espécies, genes e ecossistemas que constituem a vida na terra.

O Programa desportivo da Festa do Avante! acolherá a participação de milhares de atletas em cerca de 30 modalidades, onde se destaca pelo prestígio e dimensão que adquiriu a Corrida da Festa.

No Espaço da Juventude, de que a JCP assume inteira responsabilidade, merece destaque a presença das bandas vencedoras dos concursos promovidos por todo o Pais no Palco Novos Valores, dando oportunidade e visibilidade à musica que se faz em Portugal

A Festa que estamos neste momento a construir estará à altura das exigências e expectativas daqueles que todos os anos vão à Festa do Avante! e em condições de conquistar novos visitantes.

Esta será a 34ª edição da Festa do Avante! e ao mesmo assinalaremos a passagem dos 20 anos da sua realização na Quinta Atalaia. Vinte anos de Festas num espaço próprio, que permitiram tornar a Quinta da Atalaia num local ainda mais aprazível para a realização da Festa e para ali acolher com maior comodidade e condições as dezenas de milhares de visitantes de todas as idades e que todos os anos não prescindem dos três dias de fraternidade e solidariedade que ela constitui.
Uma Festa que tendo o estatuto da maior realização política e cultural no nosso país, se reinventa a cada ano e todos os anos é uma coisa nova. Uma Festa que, assumindo a sua dimensão popular e de massas, está intimamente ligada aos valores da liberdade e da democracia, e expressa de uma forma única a criatividade, a imaginação e o sonho de emancipação do Povo português.

 

Artistas da Festa

PCP considera "muito inquietante" anteprojeto de revisão constituional do PSD

20.07.10

"É muito inquietante porque aquilo que tem sido divulgado acerca do projecto do PSD em matéria de direitos sociais fundamentais revela um propósito de desmantelamento de princípios fundamentais do regime democrático constitucional, designadamente na área social", disse, em declarações à agência Lusa, o deputado do PCP António Filipe.

O deputado comunista aponta exemplos: "aquilo que se anuncia de substituir a proibição do despedimento sem justa causa por uma expressão do tipo 'despedimento por razão atendível' - o que representaria evidentemente a constitucionalização da arbitrariedade nos despedimentos - ou a eliminação de princípios de gratuitidade em matéria de direitos sociais como a saúde ou a educação representa de facto uma ofensiva contra direitos sociais".

Direitos que, salientou, "são verdadeiras conquistas civilizacionais do povo português consagradas na Constituição ao fim da luta de muitas gerações de portugueses".

Prometendo "a mais firme oposição" do PCP às propostas sociais democratas de alteração da Lei Fundamental, António Filipe disse esperar "da parte de todos os democratas que se oponham a este projecto e não o deixem passar"

"Mas estamos inquietos porque conhecemos a experiência do passado e sabemos que em todas anteriores revisões constitucionais resultaram de acordo entre PS e PSD e que propostas que o PSD apresentou e que inicialmente contavam com a oposição do PS acabaram por resultar em acordos de revisão constitucional que descaracterizaram em diversos as aspectos a nossa lei fundamental", referiu.

Face à necessidade de qualquer revisão constitucional necessitar de uma maioria de dois terços na Assembleia da República, António Filipe sublinhou ainda que o PS "terá que assumir as suas responsabilidades nesta matéria".

O anteprojeto de revisão constitucional do PSD, a que a agência Lusa teve acesso, retira da Lei Fundamental as expressões "tendencialmente gratuito" no capítulo da saúde e "sem justa causa" na proibição dos despedimentos.

No artigo 64.º, "o direito à protecção da saúde" continua a ser assegurado "através de um serviço nacional de saúde universal e geral", mas onde se lia "tendo em conta as condições económicas e sociais dos cidadãos, tendencialmente gratuito", o PSD propõe o seguinte texto: "não podendo, em caso algum, o acesso ser recusado por insuficiência de meios económicos".

Por outro lado, no artigo 74.º, o Estado mantém-se responsável pela política de ensino, por "assegurar o ensino básico universal, obrigatório e gratuito" e "um sistema geral de educação pré-escolar".

Este articulado, que será na quarta feira sujeito a decisão por parte da Comissão Política e do Conselho Nacional do PSD, altera a redacção de partes dos principais capítulos da Constituição da República Portuguesa.

 

JN

Convívio no Centro de Trabalho de Valongo do PCP

15.07.10

Convívio

 

No seguimento das recentes obras de reabilitação do Centro de Trabalho de Valongo do PCP, e para assinalar a melhoria deste espaço de trabalho e de convívio, realiza-se, no próximo sábado, dia 17 de Julho, a partir das 16 horas, uma festa-convívio neste local.

 

A entrada é livre!

 

PARTICIPA!

 

 

O Centro de Trabalho de Valongo do PCP localiza-se na Rua Dr. Sousa Pinto, 52, em Valongo próximo da Igreja-Matriz).

De novo, as árvores!

09.07.10

A vaga de calor que nos afligiu nos últimos dias veio de novo demonstrar a necessidade de se proceder, sobretudo nas áreas urbanas do nosso concelho, nos anos a vir, a uma intensa, bem estudada e coordenada plantação de arvoredos nos espaços públicos e à protecção e melhoria das condições de vida e sanitárias das árvores que já existem.

 

E quando falamos de espaços públicos, queremos dizer ruas, praças, jardins, escolas e outros edifícios públicos nos quais as autarquias têm capacidade de intervenção. De facto, estes dias de calor intenso evidenciaram a dramática ausência desses elementos amenizadores e reguladores do clima local que são as árvores, os arbustos e todos os espaços verdes que continuam por fazer e fora das preocupações e do horizonte dos autarcas do concelho, da Câmara e das Juntas de Freguesia.

 

A existência de uma rede densa de arvoredos nas ruas, nas praças e largos das zonas urbanas proporcionaria aos habitantes mais sombra e frescura, tornaria menos insuportáveis os dias de calor, melhoraria o ambiente, ao reter poeiras e partículas provenientes da poluição automóvel, contribuiria para absorver e esbater os ruídos do tráfego, produziria oxigénio, enfim, daria também uma ajuda na melhoria estética das nossas urbes, tão pouco cuidadas no seu desenvolvimento e crescimento.

 

É necessário exigir das autarquias a elaboração e realização de planos plurianuais de plantio de árvores e arbustos nas duas cidades e nas três vilas que compõem o concelho. Exigir a protecção dos arvoredos existentes, acabando com a prática aberrante das chamadas “podas” e pelo contrário proporcionando às árvores dos espaços públicos adubações, melhoria das condições de vegetação e regas adequadas durante o Verão.

 

É preciso promover o respeito pelas árvores por parte dos cidadãos, explicando, ensinando, sensibilizando, envolvendo as pessoas na sua defesa. Mas, antes de tudo, é necessário exigir dos autarcas com poder executivo e fiscalizador o respeito pelo património arbóreo do concelho, que é coisa que não têm, como fazem questão de mostrar continuamente. Este último ano foi particularmente infeliz e desastroso para as árvores de Ermesinde, às mãos da Câmara e das empresas privadas que esta contrata para estes trabalhos – abate das tílias na Rua Dr. Luís Ramos, abate dos plátanos da Feira Velha e desrama dos que sobraram, “podas”drásticas, desrames e decapitação de árvores por toda a cidade – Gandra (tílias, plátanos, choupos decepados), Saibreiras (onde a Câmara mandou decapitar, entre outras árvores, alguns cedros de já razoável porte, dando assim início à sua inevitável ruína), escola primária da Costa (onde foram estupidamente decepadas todas as árvores), da Gandra, do Carvalhal, etc....

 

O resultado desta política de absurda destruição torna-se evidente nestes dias de crise meteorológica, na falta da sombra e da frescura que um bom revestimento arbóreo podia proporcionar aos habitantes das nossas descaracterizadas e desconfortáveis cidades e vilas. É necessário que mais gente e movimentos, e não apenas a CDU, façam sentir estas coisas às autarquias valonguenses e, em primeiro lugar, à Câmara Municipal, e as forcem a adoptar as medidas que desde há muito se impõem e que por nós foram já exaustivamente tratadas.

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