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CDU Valongo

Página informativa sobre a atividade da CDU no concelho de Valongo.

Reunião Ordinária da JF Ermesinde

31.03.09

Dia 1 de Abril (quarta) pelas 21h30, com a seguinte ordem de trabalhos:

 

Período antes da ordem do dia (informações, intervenção do publico e dos membros da Junta)

 

Ordem do Dia:

 

Discussão e aprovação das actas nº 2 e 3 de 2009

Pedido de Apoio - 12º Grande Prémio de Atletismo - Freguesia de Campo;

Pedido de autorização efectuada por Manuel Joaquim Zuzarte (passagem das águas pluviais no parque de sonhos);

Pedido de ajuda do Condomínio do Edifício sito na Travª Dr. Luís Ramos (edificio onde a Junta é proprietária da antiga sede);

Aquisição de exemplares de uma obra da Auotra Eugénia Martins;

Expediente.

 

 

PARTICIPA!

Artigo de Opinião - Direito de Resposta

30.03.09

 

Por Paulo Morgado*

 

 

Um professor que perde a dignidade,

um ignorante padre que ainda prega,

um rei que não acode aos males do reino,

uma mulher que com o marido berra,

um pastor que só pensa na cidade,

barbeiro que de pastos quer sonhar

- Cuidado – São perigo mais mortal

Que um barco a meter água no alto mar.

 

Uma das característica mais interessantes das organizações de professores, nomeadamente das que integram a Federação Nacional dos Professores, é associar à defesa dos interesses sócio – profissionais, a defesa de uma escola pública universal e gratuita e simultaneamente a defesa de uma escola pública valorizada e dignificada é uma das vertentes da defesa dos interesses sócio – profissionais dos professores portugueses. E é esta concepção que tem contribuído decisivamente, tanto para o sucesso da Gestão Democrática das Escolas, como para a sua resistência apesar de mais de 30 anos de governos, ora do PS, ora do PSD, associados ou não ao CDS/PP, e todos hostis à Gestão Democrática.

O caminho deste governo, como dos anteriores, vai no sentido da destruição das funções sociais do Estado, ora entregando-as aos interesses privados, ora destruindo-os, ora desvalorizando-os aos olhos da opinião pública, através de uma poderosa máquina de propaganda. É na Justiça, é na Saúde, é na Educação, é na Segurança Social. Esta política só pode ser seguida fazendo um forte ataque às organizações representativas dos trabalhadores, criando instabilidade profissional, permitindo o Lei Off, destruindo o nosso aparelho produtivo.

Os ataques à profissão docente e à Escola Publica não são um acto isolado deste governo ou desta Ministra. Os professores são, e não o podem esquecer, trabalhadores como os outros e serão sujeitos à mesma agressão aos seus direitos, incluindo o direito a ter o emprego, que os outros. Quando o governo PSD/PP, com os seus deputados, criou o Código do Trabalho, nós, os professores, pensamos que não era para nós. Este governo do PS, com os seus deputados, agravou-o e agora já está para a Função Pública.

Temos o direito de resposta. Uma primeira resposta pode ser dada participando nas comemorações do 25 de Abril e do 1º de Maio. Depois temos as eleições votando contra esta e as anteriores políticas, votando a favor de uma política de seriedade com aqueles que sempre defenderam a Gestão Democrática, a dignificação da Profissão Docente, os direitos de quem trabalha, uma Escola Pública de qualidade, universal e gratuita. Esta pode ser a nossa resposta. Temos o direito de resposta.

 

*Publicado no Jornal da Escola Secundária S. Pedro da Cova

 

Audição Pública sobre o Rio Leça: algumas conclusões

23.03.09

A CDU do concelho de Valongo realizou no passado Sábado, dia 21 de Março, no Auditório da Junta de Freguesia de Ermesinde, uma Audição Pública sobre o Rio Leça, principal curso de água do concelho e um dos principais recursos hídricos da Área Metropolitana do Porto.

 

Moderada por Sónia Sousa, eleita na Junta de Freguesia de Ermesinde e candidata da CDU à Presidência da mesma Junta nas eleições autárquicas deste ano, a Audição contou com a presença do docente e investigador do ICBAS-UP Adriano Bordalo e Sá, reputado hidrobiólogo e profundo conhecedor da evolução, ao longo das últimas décadas, da situação do Rio Leça.

 

Perante uma plateia que rondou a meia centena de pessoas, Bordalo e Sá destacou, entre outros, o facto de o Rio Leça ter vindo a ser sujeito a uma pressão urbana crescente ao longo das últimas décadas, a qual não foi acompanhada de planos articulados tendo em vista a sua conservação. Sendo o único rio que nasce, corre e desagua exclusivamente dentro da Grande Área Metropolitana do Porto, seria de esperar que fosse mais fácil conjugar esforços no sentido da sua recuperação.

 

Tal, porém, não tem acontecido.

 

Há 2 anos, a AMP mostrou interesse em procurar competências na UP para tentar recuparar o rio. A UP via neste projecto também uma possibilidade de contribuir para a recuperação de
outros rios, a partir do modelo que a equipa do ICBAS propunha para o Leça. O projecto abrangeria toda a bacia do Leça, da nascente à foz. Uma equipa coordenada por Bordalo e Sá desenvolveu trabalho de investigação neste sentido, mas depois esse trabalho não teve sequência no plano político. A Directiva Europeia Quadro da Água obrigava a limpar o Leça até 2005. O Plano de Bacia do Leça devia estar em discussão pública e não está sequer feito. Entretanto, o Leça continua com um índice de qualidade da água péssimo (da nascente até à foz) e é responsável, entre outras consequências, por parte importante da poluição das praias de Matosinhos.

 

Uma das principais conclusões desta Audição foi a de que é necessário e urgente um plano integrado de reabilitação do Leça. Há  vantagem de poder ser tudo decidido pela AMP, a quem foi entregue, em Julho de 2007, o Plano Integrado Ambiental do Rio Leça, que continua por executar. A AMP não pagou este plano; foi o Instituto de Ciências Biomédicas
Abel Salazar da UP que suportou todas as despesas.

 

Quanto ao projecto em curso no concelho de Valongo, designado "Corrente Rio Leça", o que
se sublinhou foi que qualquer plano neste domínio deve ser integrado. O projecto "Corrente Rio Leça" é realizado apenas em Valongo e tem focado atenções na limpeza de margens e recolha de lixo, bem como detecção de fontes poluidoras. Matosinhos tem planos parecidos ainda não executados, bem como a Maia. Projectos parcelares, porém, não fazem o todo. Não há, por exemplo, uma candidatura global no quadro do QREN, que a AMP devia aproveitar para a reabilitação do Leça. Devia ser um projecto-piloto que servisse de ensinamento para outros rios portugueses e não vai ser possível a sua realização por falta de vontade política.

 

Não obstante estes problemas, Bordalo e Sá não deixou cair a esperança numa alteração
positiva da situação em que o Leça caiu: "o futuro do Leça pode não vir a ser brilhante, mas será, se se quiser, sem dúvida bem melhor".

 

 

A Coordenadora da CDU/Valongo

Apresentação da Audição Pública sobre o Rio Leça

22.03.09

Boa Tarde a todos os presentes,

 

Agradeço a todos a disponibilidade para participarem nesta Audição Pública que a CDU hoje promove, no quadro mais vasto de um mandato aberto sobre Ambiente e Desenvolvimento. Em particular, gostaria de agradecer, em nome da CDU, à Junta de Freguesia de Ermesinde a cedência deste Auditório e ao nosso orador principal, o Professor Bordalo e Sá, que mais à frente apresentarei.

Encontramo-nos aqui hoje para debater a problemática do Rio Leça, um rio que atravessa o concelho de Valongo numa extensão de 8 km e que constitui um recurso para cerca de 52 mil pessoas que residem na sua envolvente próxima e para muitos outros milhares que residem na envolvente mais distante.

No passado, o Rio Leça esteve estreitamente ligado a Ermesinde e foi um importante recurso de todo o distrito do Porto: muitos eram aqueles que, no Verão, se banhavam nas suas águas e, por esse motivo, a vila de Ermesinde era conhecida como a “Sintra do Norte”.

No entanto, ao longo das últimas décadas, a pressão demográfico e o abandono levou a que acabasse catalogado como um dos rios mais poluídos a nível nacional.

A 16 de Fevereiro de 2007, foi assinado entre várias entidades um protocolo para a despoluição do Rio Leça. Dois anos volvidos sobre essa iniciativa - e a um ano apenas do seu término – faz todo o sentido que se recue um pouco no tempo, que se reflicta sobre o que mudou, que se avalie o que pode ser feito, que se discuta o Rio e a sua relação com o concelho de Valongo.

Por que motivos chegámos à situação de degradação a que chegámos?

A iniciativa em curso de despoluição do Leça é suficiente?

De que forma poderemos potenciar os seus efeitos benéficos?

Como poderemos devolver o Rio às pessoas?

 Estas são algumas das questões, entre muitas outras, que gostaríamos de ver debatidas. Para nos ajudar a reflectir, e antes de passarmos a palavra para esse lado, temos connosco o Professor Doutor Adriano Bordalo e Sá, cuja presença muito nos honra.

O Professor Adriano Bordalo e Sá é Professor-Associado com agregação no Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Universidade do Porto, responsável pelo Laboratório de Hidrobiologia do ICBAS.

Doutorado em Ecologia pela Universidade do Porto (1992), tem dedicado a sua carreira de investigação à ecologia e qualidade ambiental de sistemas de água doce, estuarinos e costeiros em Portugal (Douro, Lima, Cávado, Leça)  e em zonas tropicais (Tailândia, Guiné-Bissau, Senegal, S. Tomé e Príncipe).

Autor de meia centena de artigos científicos em revistas e livros da especialidade, apresentou uma centena de comunicações em congressos nacionais e internacionais.

No campo da docência é responsável pela leccionação de disciplinas de Ecologia Geral, Ecologia Estuarina, Microbiologia Aquática e Agricultura Geral.

É coordenador do mestrado europeu de Ecologia e de diversos projectos de investigação científica aplicada na área do ambiente, financiados por entidades nacionais e estrangeiras.

 

*Sónia Sousa

 

 

 

Rio Leça: Passado, Presente e Futuro - Audição Pública com o Professor Adriano Bordalo e Sá - 21 Março 2009, 15:00, JF Ermesinde

12.03.09

 
A Coordenadora da CDU do concelho de Valongo realiza no próximo dia 21 de Março, Sábado, a partir das 15 horas, no auditório da Junta de Freguesia de Ermesinde, uma Audição Pública sobre o Rio Leça. O objectivo geral desta iniciativa, que se integra no mandato aberto sobre “Ambiente e Desenvolvimento” presentemente em curso, é o de proporcionar aos agentes de desenvolvimento e, em geral, à população do concelho de Valongo um amplo espaço de reflexão e debate sobre um dos seus mais relevantes recursos naturais – o Rio Leça.
 
Para nos ajudar a reflectir, teremos connosco, como orador principal convidado, o investigador e docente do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto, Adriano Bordalo e Sá, reputado hidrobiólogo e conhecedor profundo das características e evolução da Bacia Hidrográfica do Rio Leça.
 
Participe! Não se alheie da discussão sobre o seu concelho!
 
Entrada livre.
 
 
A Coordenadora da CDU/Valongo

Em Valongo, os problemas esperam pelas eleições que se avizinham...

09.03.09

Mais um ano eleitoral se avizinha, mais uma vez se perfilam os candidatos a candidatos dos partidos que têm estado na origem da dura realidade que o nosso concelho confronta há já vários anos.

Partidos há em que se assiste a autênticas lutas de lobos para atingir o almejado protagonismo; noutros, a estratégia é diferente: observa-se nervosa e pacientemente o oscilar da cadeira e, ao menor sinal de queda, logo aparecem meia dúzia de tubarões a reivindicar o trono; há ainda partidos em que, num claro adiantamento ao tiro da partida, osrespectivos candidatos (da nossa freguesia, a freguesia de Valongo) são colocados a treinar nas intercalares da freguesia vizinha. É o vale tudo para tentarem atingir as metas a que se propõem, mas isto apenas durante o período pré-eleitoral, porque depois terão três anos para se deitarem à sombra da bananeira, ou seja até ao ano em que novamente haverá eleições e começar então um novo ciclo, novas promessas, novos sorrisos, enfim, um novo universo cor-de-rosa (ou laranja...).
Se repararmos bem, é o que nos está a acontecer neste momento a nível de obras de fachada, de encher o olho. Apesar dos horizontes negros que qualquer cidadão consegue vislumbrar para um futuro próximo, quer seja a nível laboral, a nível social ou económico, este ano teremos um concelho empreendedor, onde se notará uma dinâmica de obras seja a que custo for, com ou sem ligações mais ou menos electrizantes, que poderão chamuscar o mais precavido dos dinossauros. O tempo o avaliará.

Tenta-se, pois, passar uma esponja sobre três anos de inoperância, de prepotência, de arrogância, conforme o episódio que aqui vamos relatar: Inverno chuvoso de há dois anos, estradas municipais em estado deplorável, ligação Valongo/Alfena com autênticas crateras. Uma tarde, numa dessas crateras, dezassete viaturas sinistradas, das quais a GNR de Alfena tomou conhecimento e elaborou o respectivo relatório. Uma a uma, as queixas foram refutadas pelo respectivo departamento autárquico, o qual alegava que não havia buracos nas estradas no concelho, que tinham permanentemente uma brigada na rua para tratar desses problemas logo que eles surgissem, blá-blá-blá, blá-blá-blá… Mais ainda: zelosos de resolver os problemas dos munícipes, aconselhavam-nos a recorrer aos tribunais. Pelo menos uma das pessoas lesadas avançou com o processo para tribunal. Julgamento marcado para o dia 30 de Outubro. Dia 29 de Outubro, à tarde, o zeloso gabinete autárquico telefona ao queixoso dizendo que assumia a responsabilidade do sinistro e que se prontificava desde logo a efectuar o pagamento da reparação da viatura. Possivelmente, os restantes dezasseis sinistrados pagaram do seu bolso a prepotência e arrogância da autarquia.

A excelência autárquica ao seu melhor nível… É contra situações como esta que nos insurgimos e muitas outras haverá, com maior ou menor gravidade, para denunciar. Por isso, achamos que devemos intervir duma forma mais activa, assim o queira a população deste concelho e desta freguesia, porque somos diferentes e porque, “SIM, É POSSÍVEL UMA VIDA MELHOR!”.

CDU - Freguesia de Valongo

JFE - Proposta - Comemorações do 25 de Abril

05.03.09

O que devia ter sido feito:

Antes de chegar a esta reunião, o Sr. Presidente deveria ter reunido com as Associações (através do Conselho da Cidade) de forma a registar quais as actividades que estas se propunham fazer no âmbito das comemorações de 25 de Abril. Após essa reunião, elaboraria o Sr. Presidente uma agenda de eventos e caberia à junta colmatar aquilo que as associações não se propusessem a fazer. Desta forma, evitar-se-ia a duplicação de esforços para a publicidade das actividades, bem como a duplicação de iniciativa de igual cariz. Tal não foi feito, cabe agora ao Sr. Presidente tentar envolver as Associações nas actividades que viermos a aprovar.

 

O que tem agora de ser feito:

No plano/orçamento da Junta da Freguesia de Ermesinde está incluída uma alínea referente às comemorações do 25 de Abril.

Sendo assim e para cumprir na integra aquilo que foi aprovado teremos de:

 

A divulgar o mais rápido possível: Concurso de cartazes alusivos ao 25 de Abril (com o envio atempado da publicidade para as escolas). Data limite de entrega dos trabalhos no dia 17 de Abril (sexta), escolha dos trabalhos de 20 a 22. Exposição dos trabalhos em todos os momentos da comemoração do 25 de Abril. Entrega dos prémios no dia 24 de Abril antes do Debate.

24/Abril: Debate com a escritora Alice Vieira (ver biografia) na Escola Secundária de Ermesinde (pré-inscrição das turmas).

25/Abril (manhã): Corrida tradicional do 25 de Abril.

26/Abril (10h30): Mini-corrida (caminhada dos 0 aos 100) pelo 25 de Abril – Ermesinde corre Livre. Distribuição das t-shirts apenas no dia da corrida. Devem ser abordados os vários ginásios sobre a possível participação na iniciativa. Devem ser enviados pedidos de patrocínios para as diferentes empresas do concelho ou empresas de índole desportivo.

25/Abril (21h30): Concerto comemorativo.

 

A publicidade deve ser desde já contratada. Os cartazes devem ter em consideração o cartaz vencedor do ano anterior. Tal como no ano anterior, deve ser pedido orçamento para:

3

Lonas

50

Cartazes A4

50

Cartazes A3 

2000

Panfletos A5, imp. 1 cor, papel IOR cores sortidas

 

Deve ser realizada uma reunião com o Conselho da Cidade para incentivar a participação das associações, tanto nas actividades desportivas como nas culturais.

 

 

Ermesinde, 4 de Março de 2009

 

A Coligação Democrática Unitária

 

 

 

Da proposta foram aprovadas todas as actividades excepto o concerto comemorativo. A justificação é que essa verba será aplicada no apoio a famílias carenciadas. Será que vai ser? Irá a junta efectuar uma revisão orçamental para dotar essa rubrica com o valor? Será que o valor gasto nesta actividade cultural fará qualquer diferença na actividade da JFE no campo social?

JFE - Requerimento – Gabinete de Acção Social

05.03.09

Após 5 meses de funcionamento do gabinete de Acção Social, pretende a CDU saber:

·         Quais as actividades desenvolvidas no âmbito do Gabinete de Acção Social?

·         Quantas famílias foram apoiadas pela JFE?

·         Que tipo de apoios foram dados?

·         Qual o valor gasto no desenvolvimento das actividades do Gabinete de Acção Social?

A análise do funcionamento do gabinete é de extrema importância, na medida em que só assim poderemos saber se a decisão do PS e do PSD de contratação de um POC foi acertada ou se com esta decisão foram perdidos os cinco meses de trabalho e consequentemente cinco meses de intervenção em prol dos Ermesindenses.

 

 

Ermesinde, 4 de Março de 2009

 

 

A Coligação Democrática Unitária

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