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CDU Valongo

Página informativa sobre a atividade da CDU no concelho de Valongo.

Informação CDU Campo

26.09.10

Publicam-se seguidamente os textos que integram o boletim da CDU recentemente distribuído à população de Campo. Nele é feito um primeiro balanço da intervenção dos eleitos desta força política nos órgãos autárquicos daquela freguesia do concelho de Valongo.

 

 

Uma situação ímpar no concelho de Valongo

Junta de Campo é a única cuja Tabela de Taxas não registou aumentos face ao Regulamento e Tabela de Taxas anterior

 

A acção dos eleitos da CDU na Freguesia de Campo foi decisiva para conseguir uma situação que não se verifica em mais nenhuma Junta do concelho de Valongo. Em 2010, e com a aplicação da nova lei, a Tabela de Taxas da Junta de Campo não regista aumentos, salvo algumas excepções devidamente justificadas, como no caso das taxas relativas ao funcionamento da Feira.

 

Para aqueles que afirmavam, pretendendo iludir a população, que as taxas tinham obrigatoriamente de ser aumentadas, está aí a prova: em Campo, não foram aumentadas e nada aconteceu. A não ser um grande benefício para a população da freguesia!

 

Em coerência com a posição que apresentou em todos os órgãos autárquicos do concelho em que está representada, a CDU afirmou na Junta de Campo não poder dar o seu acordo a políticas, medidas e opções que contribuíssem para tornar mais difícil a vida da população local, impondo-lhes ainda maiores sacrifícios, numa altura de crise económica e social como é a que vivemos. Em particular, não poderíamos estar de acordo com aumentos desproporcionados das taxas cobradas pela Junta de Freguesia de Campo. Foi essa a posição que afirmámos e que fizemos valer no Executivo, acabando este por aceitar as pretensões da CDU e por deixar cair os grandes aumentos previstos.

 

Quanto ao PSD, foi coerente, não há dúvidas: em todo o concelho, e também na Assembleia de Freguesia de Campo, defendeu com unhas e dentes os aumentos das taxas, dizendo que tínhamos que ir de encontro às propostas da empresa contratada para fazer o estudo económico-financeiro associado ao novo regulamento. Mas os órgãos autárquicos não são empresas e, por isso, não têm de estar sujeitos a preceitos de “gestão” de tipo empresarial e muito menos a imposições de ordem exclusivamente técnica. Os órgãos autárquicos prestam serviços públicos e devem ser colocados ao serviço da população, não contra ela. Aparentemente, o PSD não pensa assim…

 

A CDU, por seu lado, continuará a bater-se por mais justiça a este nível. Estamos a avaliar cuidadosamente todas estas questões e não hesitaremos em propor a redução ou mesmo revogação de todas as taxas que, estando actualmente em vigor, venham a revelar-se desnecessárias ou injustas.

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