22
Abr 17

Decorreu hoje a apresentação da candidatura da CDU à Câmara e Assembleia Municipal de Valongo.



Veja aqui algumas fotos do evento.


 

 

.: cduvalongo às 21:17

Três anos e meio decorridos deste mandato, é tempo de fazer um breve balanço sobre o trabalho da CDU na Câmara de Valongo com apenas um Vereador e sem Pelouro.

Não faltará quem queira apresentar a CDU, como uma força de bloqueio; aliás, foi o que sempre fizeram desde o início do mandato, mas vamos aos factos.

É um facto que a Loja do cidadão em Ermesinde, é uma mais-valia para a população do Concelho e populações circunvizinhas; o «bloqueio» da CDU, foi votar a favor da criação de condições no edifício Faria Sampaio, para que tal fosse possível.

Na luta que se arrastava desde o mandato anterior para se encontrar uma solução para o campo de Sonhos em Ermesinde, a CDU, antes de se avançar com a solução encontrada que também contou com o seu apoio, até apresentou uma proposta para que no prazo de um mês, se avançasse para resolver o assunto, mas que o PS rejeitou.

Para a aquisição do antigo quartel dos Bombeiros de Valongo, para a Oficina da Regueifa e do Biscoito, o relvado sintético no Estádio Municipal de Sobrado e o espaço multiusos de Alfena? O «obstáculo» foi o voto a favor da CDU.

No processo de cedência da Quinta do Passal, em Campo, em regime de comodato para um parque de lazer, construção de um parque de estacionamento e abertura de uma nova Avenida em frente à Igreja? O «boicote» da CDU foi votar a favor.

Desde o início do mandato que o Vereador da CDU, lutando para se encontrar uma solução para resolver o problema do S C de Campo, por compromissos assumidos anteriormente pela Câmara; encontrava como resposta pela gestão PS, que não podia ser, porque o Clube era uma Instituição privada e porque mais isto e porque mais aquilo e que acabou por ser demonstrado que esses argumentos eram apenas uma falácia. Felizmente e porque nunca desistimos, acabamos com o nosso «boicote» por conseguir que o problema esteja a caminho de se resolver.

Campo e o projecto de uma nova centralidade, tiveram como «boicote» o voto favorável da CDU.

O projecto da luz pública em todos os postes onde foi cortada e que contamos que seja novamente ligada antes do fim deste mandato, contou com a «dificuldade» chamada, voto a favor da CDU.

E a verdade seja dita, que em todas estas situações estivemos lado a lado com a posição de voto do PS.

Aliás, são centenas as posições de voto por unanimidade registadas ao longo do mandato.

É certo que não conseguimos estar de acordo em muitas coisas, como por exemplo: a continuação da entrega de serviços fundamentais a privados, apesar da dificuldade da reversão de certos processos; mas o que sobretudo ficou bem claro, foi a falta de vontade por parte do PS, de dar um passo que fosse, no sentido de fazer qualquer tentativa para iniciar essa reversão e o desejo em vão demonstrado, de que a CDU os acompanhasse nesse comportamento.

E por muito que o desejássemos, também não conseguimos estar lado a lado, na inauguração da Piscina para Campo e Sobrado, prometida na campanha eleitoral pelo PS.

Agora, bloqueio, bloqueio? Foi o resultado da CDU em conseguir que ninguém conseguisse a maioria absoluta, que tanto prejudicial às populações tem sido, quer na Câmara, quer nos Governos.

 

* Artigo de opinião no verdadeiro olhar

.: cduvalongo às 08:52

19
Abr 17

A CDU - Coligação Democrática Unitária vai realizar o ato público de apresentação da sua candidatura aos órgãos municipais de Valongo no próximo dia 22 de abril, sábado, pelas 15h, na sala multiusos do Museu Municipal de Valongo (antiga sede da Câmara Municipal).

No ato público participarão:

 

  • Adriano Ribeiro - candidato a Presidente da Câmara Municipal
  • César Ferreira - 1º candidato à Assembleia Municipal
  • Jaime Toga - membro da Comissão Política do Comité Central do PCP
.: cduvalongo às 16:16

08
Abr 17

Declaração de Voto

 

Uma leitura atenta destes documentos, mostra que a revisão se destina a eliminar o mais possível as condicionantes à construção em solos agrícolas e florestais, à impermeabilização do solo, à desflorestação, eliminação de faixas de gestão de combustíveis. Em suma, são eliminados obstáculos à construção decorrentes da tipologia dos solos.

 

Na altura em que foi votado o PDM, referimos que a qualidade do documento seria aquela que na prática fizessem dele. O PDM existe para ser respeitado. A inclusão no regulamento de aplicação do plano de brechas e a flexibilização da aplicação do documento, só vai permitir que a cada constrangimento este seja desrespeitado em benefício de objetivos pessoais de alguém.

Por exemplo, a faixa de gestão de combustíveis é uma área de proteção da floresta contra o alastramento de grandes incêndios, de proteção de habitações, estradas e outras estruturas, de isolamento de focos de incêndio, prevista pela AFN e em lei. Equacionarem a eliminação destas faixas, tendo em conta a catástrofe que se abateu no nosso concelho no último verão é no mínimo muito irresponsável (pág 5 – ponto d).

 

Ou seja, nesta revisão do Regulamento do PDM a palavra de ordem é “flexibilizar” e é destinada ao prosseguimento da destruição da natureza em Valongo. 

 

Por esse motivo votamos contra as alterações hoje propostas.

 

Valongo, 6 de abril de 2017

.: cduvalongo às 10:41

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.: cduvalongo às 10:37

04
Abr 17

A proposta de renegociação da concessão de águas e Saneamento no Concelho de Valongo, apresentada na Câmara em 2016, foi rejeitada com voto contra da CDU, o que levou a que fosse criada uma Comissão Paritária para reapreciar novamente a proposta.

A seguir à decisão do voto contra da CDU, um Vereador do PS, que já num artigo anterior para o Jornal O Verdadeiro Olhar classificava a CDU como muleta do PSD em Valongo, veio, na questão da renegociação deste contrato, classificar a atitude da CDU como irresponsável.

Remetida à Comissão Paritária e depois de concluída a reapreciação, o processo em 23 de Março último, voltou novamente à Câmara para discussão e aprovação ou não.

Durante a discussão e feitas as perguntas que se impunham, o Vereador da CDU colocou directamente ao Vereador responsável pelo processo de renegociação a pergunta sobre se, na opinião dele, havia alterações à proposta anteriormente rejeitada e se essas alterações tornavam agora a proposta melhor, em relação à proposta anterior.

E o Vereador, também do PS (colega de bancada do que chamou irresponsável à CDU e à CDU, muleta do PSD) inequivocamente e entre outras palavras respondeu: Sem dúvida que agora para os munícipes, a proposta era muito melhor que a anterior.

Ainda durante a discussão, outro Vereador emitiu a seguinte opinião:

Que com a nova proposta, a empresa que explora as águas e saneamento, vai receber a menos no contrato do que aquilo que propunha na proposta anterior, quatro milhões de Euros.

Perante estas informações, o Vereador do PS que escreveu artigos a chamar irresponsáveis à CDU, e à CDU, muleta do PSD; como diz o povo, nem chús, nem mús.

E se assim fosse, seriam quatro milhões de Euros a menos, que já não sairiam dos bolsos dos munícipes de Valongo e que assim, também já não entrariam nos cofres da Empresa.

E se não fosse por mais nada, só por isto já teria valido a pena a CDU «irresponsavelmente como diz o Vereador do PS» ter votado contra a primeira proposta, obrigando-a a ter de voltar atrás e não ser tão prejudicial para os munícipes de Valongo.

Mas a CDU ainda não deu tais contas por encerradas; e por isso, as mesmas poderão não ficar por aqui.

E como a CDU considera que a concessão das águas e saneamento foi um ruinoso negócio para o Município; e como sempre esteve e está contra negócios destes. Não podendo legitimar tal negociata, votou contra a segunda proposta de renegociação do contrato de concessão das águas e saneamento.

Mas como a CDU foi a única a votar contra a proposta, a mesma acabou por ser aprovada, com votos do PS e do PSD.

Assim, seria bom que o Vereador do PS entendido em classificar muletas, clarificasse a seguinte questão:

Como foi o PSD que iniciou este negócio em 2000, e é o PS que está a gerir o mesmo  negócio desde 2013.

Com este novo remendo, o ruinoso negócio das águas e saneamento em Valongo, foi aprovado como? Com o PSD a ser muleta do PS, ou com o PS a ser muleta do PSD?

Mas se calhar, será como o senhor Vereador refere num dos tais artigos.

«Que com certeza haverá razões que a própria razão política desconhece»

 

Adriano Ribeiro

* Artigo de Opinião no Jornal Verdadeiro Olhar

.: cduvalongo às 16:05

30
Mar 17

A CDU apresenta a candidatura ao Município de Valongo definindo como principal objetivo o reforço da votação obtida nas últimas eleições autárquicas.

O ato público de apresentação da candidatura será no próximo dia 22 de abril (sábado), pelas 15h, na sala multiusos do Museu Municipal de Valongo (antiga sede da Câmara Municipal) e terá a participação de:

Adriano Ribeiro - candidato a Presidente da Câmara Municipal

César Ferreira - 1º candidato à Assembleia Municipal

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.: cduvalongo às 08:21

25
Mar 17

Declaração de Voto

 

A proposta que temos hoje em apreço em pouco difere da apresentada a este executivo no passado e que teve o voto contra da CDU.

Se analisarmos ao pormenor um dos aspetos salientados no texto do ponto 1.2 da ordem de trabalhos, “As tarifas evoluem de forma mais harmoniosa…”, bem como o gráfico que ilustra a afirmação, pode parecer que há uma melhoria, mas se separarmos o valor das taxas da água, do valor das taxas de saneamento, facilmente verificamos que há uma pequena diminuição na taxa da água, mas há um aumento da taxa de saneamento, face ao pedido e acordado pela CM na anterior revisão.

Sobre este assunto será bom pensar naquilo a que nos referimos como a “transparência do faz de conta desta camara”, a um requerimento entregue pela CDU, foi enviado como resposta o gráfico comparativo da média do custo da água, como se a fatura da água apenas tivesse em conta este valor. Assim, foi negado à CDU, informação acerca do real preço do serviço, situação grave, porque não podemos sequer imaginar que estas contas não tenham sido feitas pela CM. Então o que se pretende esconder aqui?

O que se pretende esconder é que a comissão paritária para nada serviu, devido à escolha que o PS fez do represente da CM, alguém duvidava que aquele que fez a proposta aqui chumbada, fosse defender alguma coisa que não fosse essa proposta?

Os aumentos que vão aqui ser votados, sim, porque é disso que se trata, serão realizados num bem que a CDU considera essencial e cujo valor pago já permite à empresa a retirada de mais valias da exploração, sendo um negocio sem qualquer risco de perdas. É, por isso, muito questionável que, para além desta segurança do lucro sem imprevistos, a empresa não se contente com aquilo que ganha e ainda queira aumentar os seus lucros à custa dos valonguenses, muito para lá da taxa de inflação.

Tal como na versão anterior são incluídas as tarifas sociais e para famílias numerosas. Estes últimos, ao final de 2 anos ficarão a pagar mais do que pagam hoje sem a existência deste escalão!! Por outro lado, não podemos deixar de referir, que a inclusão de ambas as tarifas já era referida pela ERSAR em 2009, desde então que a CM e a Empresa estão em falta para com os Valonguenses.

Relativamente à troca do investimento na infraestrutura pelo investimento nas ETARS de Campo e Ermesinde, não podemos deixar de lembrar que, o que hoje parece um ótimo negócio para a CM (livra-se de ter de investir na melhor das condições das ETARs), pode ser um desastre no futuro, já que a empresa vai desviar o valor que tinha para investir na manutenção da estrutura de águas e saneamento para estas obras. Sem este investimento previsto, como estarão as estruturas aquando do final do contrato?

Mas, foi desta forma que foi celebrado o contrato com a empresa e é desta forma que o PS pretende continuar este negócio.

 

Valongo, 23 de março de 2017

O Vereador

Adriano Ribeiro

 

Foi aprovado com os votos do PS e PSD.

.: cduvalongo às 16:03

14
Mar 17

Cem anos passados sobre o nascimento de Lino Lima, o Jornal Avante! recorda o destacado militante comunista do Distrito de Braga, resistente antifascista e entusiástico construtor do Portugal democrático. (Avante! De 23/2/2017)

Activista politico durante a vigência do regime fascista, Lino Lima apesar de poder desfrutar de uma vida que a sua situação profissional lhe proporcionava, o de poder viver acima das possibilidades da imensa maioria dos portugueses, uma vez que era Advogado, pôs muitas vezes em risco tal situação, ao ter uma actividade politica, proibida pelo regime de então, que inclusivamente o privou de exercer actividade profissional, durante largos períodos da sua vida, uma vez que o encarceraram nas suas prisões, por mais que uma vez.

Para além de narrar algumas intervenções em Tribunal na defesa de presos políticos, Joaquim Campino, no seu livro, «Histórias Clandestinas» descreve de forma maravilhosa, a sua ligação a Lino Lima, quando como funcionário clandestino do PCP, exerceu essa actividade no Norte do País, pelo Distrito de Braga e mais concretamente por Famalicão, onde Lino Lima exercia a advocacia e tinha escritório.

Sempre com Joaquim Campino solidário e correndo os inerentes riscos, Lino Lima, até com o seu “Volkswagen Carocha “chegou a transportar a parca «tralha» que Campino possuía, para pela calada da noite, mudar de casa, quando aquela em que estava a viver, dava sinais de estar a ser vigiada, e daí, o consequente risco de um momento para o outro, poder ser assaltada pela PIDE, como aconteceu com tantas outras casas.

Mas terá alguma coisa Lino Lima a ver com Valongo? eu explico: para além de como Deputado na Assembleia da República, ter feito várias visitas ao nosso Concelho e em especial, às Minas de Lousa, descendo ao fundo de uma delas, para melhor se certificar das duras condições de trabalho dos mineiros, Lino Lima no inicio dos anos oitenta do Século passado, foi convidado pela Organização Concelhia de Valongo do PCP, para participar num debate na Junta de Freguesia de Valongo, sobre a Constituição da Republica aprovada poucos anos antes, debate que contou com a presença de mais dois deputados: um do PS e outro do PSD e organizado pela Câmara Municipal de Valongo.

Conhecido como um estudioso e competente nas matérias que discutia, Lino Lima deu logo origem a que os seus opositores conferencistas pusessem as «cartas na mesa» declarando: Um, que não era especialista na matéria e por isso, que não estava muito bem preparado e mais isto e mais aquilo. O outro, que tinha sido convidado à última da hora e que não teve muito tempo para se preparar e por aí adiante.

A tudo isto e para satisfação dos seus camaradas presentes, Lino Lima serenamente respondeu: Ora bem; eu recebi um convite da Organização do meu partido em Valongo para participar neste debate; e por isso, sem me querer considerar um especialista na matéria, aquilo que eu fiz, foi preparar-me para este debate e é para isso que aqui estou.

Tendo uma participação no debate que a todos deixou maravilhados, a sua explicação a um dos presentes na plateia que lhe fez uma observação sobre o que tinha acabado de ouvir, afirmando: Senhor Deputado; nunca se ouviu dizer isso!

Lino Lima, pedagógica e educadamente como era seu timbre, respondeu: Aquilo que o Senhor pode dizer, é: Eu nunca ouvi dizer isso.

Foi daqueles debates que marcam a diferença.

Para Lino Lima, o meu fraterno abraço.

 

Artigo de Opinião do Vereador Adriano Ribeiro no Verdadeiro Olhar

.: cduvalongo às 18:40

A Caixa Geral de Depósitos tem vindo a concretizar um vasto conjunto de opções com resultados profundamente negativos na qualidade do serviço prestado, pondo em causa os objetivos que devem estar inerentes a um banco público ao serviço do desenvolvimento do país.

Um dos aspetos mais graves das opções assumidas prende-se com o significativo encerramento de agências. Segundo chegou ao conhecimento da CDU, no próximo dia 31 de março, está previsto o encerramento da Agência de Campo, que serve a população de Campo e Sobrado.

O encerramento de agências tem consequências um pouco por todo o país e afeta grande parte do distrito do Porto. Nos últimos anos e até final do primeiro trimestre deste ano o fecho de agências, só no distrito do Porto, ascende a 40 no total.

A Agência de Campo da CGD atende mais de 100 clientes por dia, acompanha dezenas de pequenas e médias empresas e tem um volume de negócios muito significativo.

Se a decisão de encerramento for consumada, as populações desta área serão confrontadas com um encerramento de um serviço público importante. Daqui resultarão prejuízos para as pessoas e empresas.

Subjacente aos encerramentos de agências está a concretização do designado “Plano de Reestruturação”, que tem como perspetiva a redução de cerca de 2200 trabalhadores, agravada com a imposição de condições lesivas dos interesses dos trabalhadores implicados.

A CDU alerta para os verdadeiros objetivos das orientações levadas a cabo por sucessivas administrações da CGD e por sucessivos governos, que visam abrir negócio para a banca privada. Pelo contrário, à CGD cabe um papel de serviço público, corresponde aos interesses da economia nacional e do desenvolvimento do país, capaz de cumprir o acesso aos serviços bancários às populações.

O Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República tem vindo a intervir acerca desta matéria, questionando os sucessivos governos acerca desta orientação das administrações da CGD e reclamando a defesa do serviço público prestado pela CGD.

A CDU vai apresentar uma proposta de moção da Câmara de Valongo, procurando desta forma contribuir para a denúncia da tentativa de encerramento e para a mobilização das pessoas em defesa deste serviço público.

A CDU apela à mobilização das população em defesa da Agência da CGD, na convicção que é possível e necessário travar esta decisão lesiva do interesse público.

14 de março de 17

A CDU – Coligação Democrática Unitária / Valongo

 

.: cduvalongo às 14:17

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